sexta-feira, 29 de julho de 2011

Sindsep realiza atividades que envolvem diretores e a base

O Sindicato dos Servidores Públicos Federais no Estado do Maranhão (Sindsep/MA) terá nesta terça-feira, 02, grandes realizações que irá envolver diretores e a base.

Durante a manhã, será realizada a reunião da diretoria plena, que irá contar com a participação de todos os diretores do Sindsep/MA.

Durante a reunião serão discutidas as ações que o sindicato está desenvolvendo, além de debater pontos da reforma do Estatuto.

No evento serão tomadas as deliberações para as próximas ações relativas à Plenária específica de Reforma Estatutária.

À tarde, vai acontecer a Assembléia Geral Extraordinária, na qual serão eleitos (as) os delegados(as) à 13ª Plenária da CUT.

Na oportunidade serão eleitos ainda os delegados(as) à Plenária Nacional da Condsef.

O Sindsep/MA ratifica que é importante a participação de todos os filiados, pois a entidade ganha qualitativamente e promove a unidade entre a categoria.

A 13ª Plenária da CUT acontecerá do dia 26 a 28 de agosto e ocorrerá exatamente em um momento crítico para os trabalhadores, quando o governo ameaça restringir direitos e achatamento dos salários, usando com justificativa o controle da inflação.

A Plenária Nacional da Condsef irá discutir além de outros temas, a campanha salarial 2011 dos servidores públicos federais.

Com as dificuldades que estão sendo criadas pelo governo no processo de negociação, os trabalhadores do serviço públicos precisam estar mobilizados e dispostos a fortalecer a luta da categoria. Durante o encontro será debatido ainda o indicativo de greve.

Sindsep realiza Assembléia Específica na SRTE

O Sindsep/MA realizou na última terça-feira, 26, assembléia com os servidores da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE), para escolha de delegados que irão participar do Encontro Nacional dos Servidores Administrativos do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Durante o evento foram escolhidos pela categoria os companheiros Vilson Santos da Silva (diretor da Secretaria de Organização e Política Sindical), Marcelo Sampaio e Margarete Rosa Martins.

Vilson Santos da Silva, irá participar ainda da reunião do DEMITRE, como representante da entidade.

Os servidores irão discutir no Encontro Nacional dos Servidores Administrativos do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a seguinte pauta: Informes; Plano de Carreira Específico do MTE/Estrutura do MTE; Jornada ininterrupta/Reposição das Horas/Ponto Eletrônico; Portaria 2.551/2010 / Portaria 1.160/2011; Portaria 176/2011 / Comissões Estaduais de Avaliação de Desempenho; Elaboração de alternativas contra o Desmonte do MTE; Condições de trabalho/Diagnóstico de terceirização no MTE; Assédio Moral; Mobilizações estaduais unificadas no MTE; e Outros encaminhamentos.

O evento do MTE vai acontecer em Brasília, nos dias 29 e 30 de julho.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Sindjus pede urgência para julgamento de Adin contra redução dos adicionais de insalubridade

Nesta quarta-feira, 27, Aníbal Lins, presidente do Sindjus, e o advogado Pedro Duailibe, assessor jurídico do sindicato, pediram ao desembargador Raimundo Sousa, relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade - ADIN 13659/2010, ajuizada pelo Sindjus contra a Lei 9.107/2009, que reduziu os adicionais de insalubridade a serem pagos aos servidores do Tribunal de Justiça do Maranhao, para que leve a matéria para julgamento do Pleno do TJMA em caráter urgente e preferencial, considerando a relevância do assunto.

O Sindjus contesta a Lei 9.107/2009 por entender que os adicionais a serem pagos aos servidores do TJ-MA devem aqueles que estão fixados na Lei 6.107/94, que instituiu o Estatuto dos Servidores Públicos do Estado do Maranhão. Ou seja, 20%, 30% e 40%, respectivamente, para os graus mínimo, médio e máximo de insalubridade. A Fesep (Federação das Entidades Sindicais dos Servidores Públicos do Estado do Maranhão) também ajuizou uma Ação Direta de Inconstitucionalidade contra a Lei 9.107/2009, que aguarda julgamento do Pleno do Tribunal de Justiça. A ação da FESEP-MA tem como relator o Desembargador Lourival Serejo.

As duas ADIN´s já se encontram prontas para julgamento pelo Pleno do TJMA, aguardando apenas o pedido de pauta dos respectivos relatores. "Uma terceira ADIN foi ajuizada no Supremo Tribunal Federal (STF) pela Confederação dos Servidores Públicos do Brasil - CSPB. Esta ação aguarda apenas o parecer da Procuradoria Geral da República (PGR) para ser submetida ao julgamento do plenário do STF. Como o desembargador Raimundo Souza foi muito receptivo ao nosso pedido, acreditamos, por isso, que a ADIN que está sob a relatoria dele poderá ser julgada já nas próximas semanas", declarou Aníbal Lins, presidente do Sindjus.

A administração do TJMA iniciou o pagamento este mês dos primeiros adicionais de insalubridade. Mas a assessoria jurídica do Sindjus-MA recomenda aos servidores que já estão recebendo os adicionais não cobrem por enquanto os retroativos, até o julgamento das ADIN´s. "Em caso de sermos vitoriosos nessas ADIN´s, os servidores que cobrarem agora os retroativos dos adicionais de insalubridade pelos índices menores terão dificuldade depois para receber os adicionais corretamente. Por isso, recomendamos a todos que aguardem para cobrarmos os retroativos apenas após o julgamento das ações de inconstitucionalidade", completou o advogado Pedro Duailibe.

Fonte: Sindjus/MA


Advocacia Geral da União vai à Justiça contra greve nas Universidades

Para garantir o direito constitucional do ensino público gratuito à sociedade, a continuidade das pesquisas nacionais nas áreas de ciência e tecnologia, do atendimento em hospitais universitários, e do desenvolvimento econômico e social do país, a Advocacia-Geral da União propôs no final da tarde desta segunda-feira (25/07), no Superior Tribunal de Justiça, ação para declarar a ilegalidade da greve, deflagrada no dia 06 de junho, em todo Brasil, por técnicos administrativos das universidades federais públicas.

Caso a greve não seja suspensa pela Justiça, a AGU pede que no mínimo 70% dos técnicos retornem ao trabalho, para permitir a continuidade dos serviços públicos essenciais, prestados pelas universidades. Requer, também, a fixação de multa diária de R$ 100 mil, em caso não seja cumprida essa determinação.

O movimento envolve 35 universidades e a ação foi proposta pela Procuradoria-Geral Federal (PGF) contra a Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Públicas Brasileiras (Fasubra) e outras 26 entidades que representam a categoria, no Superior Tribunal de Justiça (STJ). As paralisações dos servidores públicos são regidas pela Lei nº 7.783/89, que trata das greves no setor privado, devido à falta de norma específica sobre o tema.

Na ação, a PGF demostra que as negociações da Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento junto à Fasubra começaram quando a federação anunciou a decisão de fazer a greve. Diversas reuniões foram realizadas com os representantes da categoria para tratar de questões salariais e de reestruturação das carreiras e para que o governo pudesse apresentar propostas, com o objetivo de impedir a paralisação. De acordo a petição, em uma delas, porém, a Fasubra resolveu mudar a pauta e ameaçou incitar a greve caso o governo não atendesse às novas reivindicações.

No dia 1º de junho foi enviado ofício à Fasubra, onde os secretários de Ensino Superior do Ministério da Educação e de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento comunicavam a disposição em concluir as negociações, em prazo razoável, a ser acordado em reunião agendada para 7 de junho. A federação, no entanto, desconsiderou o ofício e anunciou a instauração da greve.

Os procuradores federais destacam na ação que o movimento é ilegal e abusivo, pois não haviam terminado as negociações com a Fasubra. De acordo com o artigo nº 3 da Lei nº 7.783/89, para haver a greve, é preciso que se esgotem todas as tentativas de acordo, caso contrário, constituiu abuso do direito de greve. Nesse sentido, também é a Orientação Jurisprudencial nº 11 do Tribunal Superior do Trabalho que considera imprescindível "a tentativa direta e pacífica da solução do conflito".

"Em especial os servidores públicos, que prestam serviços a toda a coletividade, deveriam buscar o atendimento de suas reivindicações, previamente, por via de negociação administrativa ou política, mas nunca uma atitude tão impulsiva e prejudicial", diz a peça.

Prejuízos

A PGF ainda argumenta na ação que a continuidade da greve pode causar prejuízos ao desenvolvimento econômico e social do país. "Atualmente, cerca de 80% das pesquisas nacionais são desenvolvidas nas Universidades Federais, projetando o Brasil em âmbito internacional e contribuindo para o processo de desenvolvimento da Ciência e Tecnologia".

Para funcionar plenamente, as universidades precisam dos três atores: professores, estudantes e servidores técnico-administrativos. Todos são fundamentais. Com a paralização inúmeras atividades de pesquisa e experimentação são perdidas e não poderão ser compensadas, assim como atendimentos médicos e até mesmo refeições deixam de ser servidas.

A ação cita ainda outros transtornos, como a paralisação na emissão de diplomas, no funcionamento de bibliotecas, a não realização de matrículas, a precarização do atendimento nos hospitais veterinários e nos hospitais de ensino.

"Os seguintes órgãos, instrumentos e serviços ficam precários, ou em alguns casos, completamente inativos, quais sejam: restaurantes universitários, bibliotecas, laboratórios, fazendas universitárias, herbários, biotérios, garagens, rádios e TV´s universitárias, segurança, serviços de manutenção e reparos, atendimentos de eventos de cunho científico, cultural, esportivo e acadêmico, bem como todo o processo de compras e licitações realizadas pela Universidade, comprometendo a tempestiva e eficiente execução orçamentária, e impossibilitando o adequado funcionamento da Universidade", observa a AGU na ação protocolada na Justiça Federal de Brasília.

Ref.: Petição 8.634 - STJ

Secretário-executivo do Mapa declara apoio a extensão da Lei 12.277/10 para administrativos


Acompanhada de seu Departamento de Agricultura e Reforma Agrária (Dara), a Condsef (Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal) foi recebida nesta terça-feira pelo secretário-executivo do Ministério da Agricultura (Mapa), Milton Elias [foto]. A entidade apresentou breve histórico das negociações que vem acontecendo no Ministério do Planejamento e envolvem a extensão da Lei 12.277/10 que criou tabela salarial diferenciada para cinco cargos de nível superior da administração pública. Falou ainda do memorial assinado em dezembro do ano passado entre a entidade, a CUT e o Planejamento garantido a continuidade deste processo de negociações, acrescentando que até agora nenhuma proposta formal que auxilie no avanço dos diálogos foi apresentada pelo governo. Elias declarou apoio a reivindicação e solicitou que a Condsef envie ofício com o memorial e histórico das discussões sobre distorções salariais que afetam servidores administrativos do Mapa.

A expectativa é de que o Mapa faça gestão junto ao Planejamento e auxilie em avanços significativos que possam gerar a consolidação das negociações iniciadas pela Condsef ainda em 2009 quando da publicação do PL 5920/09 que gerou a Lei 12.277/10. A Condsef esclareceu ao secretário que o atendimento desta demanda pode apaziguar ânimos dos trabalhadores num primeiro momento. Mas que é fundamental retomar as discussões sobre correção definitiva de distorções salariais graves que vem prejudicando os servidores administrativos da Agricultura ao longo dos anos.